O Colégio de São Bento, no Rio, obteve a melhor média do Enem 2008.

28/04/2009

Parabéns meninos!!

Pelo segundo ano consecutivo, o Colégio de São Bento, fundado por monges beneditinos em 1858, no centro do Rio, e última das escolas tradicionais a não aceitar meninas, obteve a melhor pontuação entre todas as escolas do Enem. O desempenho dos 71 alunos do 3º ano do ensino médio do Colégio tiraram em média as melhores notas do país no Exame Nacional do Ensino Médio, com 80,58 pontos. O ranking foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O exame serve como referencial para os pais acompanharem a formação dos filhos e é utilizado como porta de entrada para 600 estabelecimentos de ensino superior em todo o país. Formandos de 26.665 instituições participaram da avaliação promovida em nível nacional pelo Ministério da Educação (MEC).

Esta já é a quarta vez que o Colégio de São Bento lidera o ranking nacional do Enem, tendo alcançado a mesma marca nos anos de 2005, 2007 e 2008. Em 2009, os alunos do Colégio tiveram 90% de aprovação nas universidades públicas do Rio de Janeiro, conquistando os primeiros lugares de várias carreiras concorridas, como Medicina e Direito. Sete alunos do Colégio de São Bento aproveitaram o resultado do Enem para entrar na UniRio e na PUC.

Pedro Araújo, Coordenador do Ensino Médio, considera a dedicação dos alunos em conjunto com bons professores como fatores fundamentais para o bom resultado: "É fruto de muito trabalho, da dedicação dos alunos e professores. Os nossos professores são heróis, muito qualificados, que se dedicam quase exclusivamente aos meninos. Não apenas os do Ensino Médio, a dedicação dos professores vem desde o Ensino Fundamental. O professor do São Bento é muito exigido pelos alunos. É uma sementinha plantada desde cedo."

A Supervisora Pedagógica Maria Elisa Penna Firme Pedrosa, confirma o método: "O resultado vem do ritmo de estudo do Colégio de São Bento em toda a Educação Básica. O processo de aprendizagem se dá ano a ano, passo a passo, sempre procurando fazer com que o aluno dê o máximo do seu potencial".

No Colégio, os jovens são educados com disciplina rígida e passam por, no mínimo, cinco avaliações no ano. Os alunos de ensino médio têm aula de manhã e à tarde e têm de almoçar dentro do Colégio.

O melhor Colégio do Brasil segundo o Enem tem uma peculiaridade: só aceita meninos. Como a escola fica ao lado do Mosteiro de São Bento, um dos ícones da arquitetura barroca do país, os jovens estudam no alto de uma montanha com vista para a Baía de Guanabara. Além de aprender sobre história da arte in loco, indo ao mosteiro, os alunos têm em seu currículo obrigatório aulas de música, francês (além do inglês) e teologia.

Comandado por monges beneditinos, o Colégio adota a educação cristã criada pela ordem, e não se abre para novas teorias de aprendizagem. "A produção escrita é muito valorizada e o aprendizado do conteúdo é avaliado cinco vezes durante o ano", afirma Maria Elisa Pedrosa, supervisora pedagógica. Quem consegue atingir a média 7 nessas cinco avaliações está livre do exame final. Quem não passar neste, fica em recuperação – e, se tiver o mesmo resultado em mais duas disciplinas, já está reprovado.

O rigor acadêmico é o motivo para o Colégio ter sido, pela terceira vez, o melhor do Brasil. A disciplina, rígida, parece não afastar os alunos. "Eles têm de manter o uniforme com muito zelo", diz a supervisora, que faz questão de exigir cabelo sempre aparado e ausência de quaisquer adornos. Piercings, brincos, pulseiras, anéis e colares, só do lado de fora da escola. Só o relógio é permitido. "Isso evita a ostentação e qualquer competição entre os alunos", afirma.

A dificuldade em passar de ano é que pode aumentar a taxa de evasão do Colégio. "A porcentagem de repetência entre os alunos do 1º ano do ensino médio é de 20 a 25%", diz Maria Elisa. Uma porcentagem muito acima da média. "Muitos desistem do Colégio, mas estamos trabalhando para que eles continuem e não encarem como um fracasso", afirma a supervisora, que considera não passar de ano um desafio. Se o aluno sai do São Bento, desiste do desafio. Os que ficam conseguem passar nas principais universidades públicas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Em 2007 e 2008, mais de 90% dos alunos conseguiram vagas nessas instituições.

O peso da tradição da instituição, que este ano completa 151 anos, reflete-se também nas carreiras escolhidas por seus alunos. A maioria opta por Direito, Engenharia e Medicina.
- Vou fazer Direito. As pessoas aqui são mais tradicionais mesmo e seguem as carreiras clássicas. Mas não temos medo de vestibular ou de Enem. O São Bento prepara para tudo - diz Victor Gianini, de 18 anos.

O tempo que os alunos passam na escola é dedicado exclusivamente aos estudos: aulas de manhã e à tarde, incluindo oficinas e laboratórios de física, matemática, biologia, química. Durante o almoço, é proibido sair. Eles comem no restaurante da escola, valor que já está incluído na mensalidade: de R$ 1.616,91 a R$ 1.752,39 nas três séries do ensino médio. Para justificar o preço, os professores ganham bem, uma média de R$ 3.000 a R$ 4.000 por mês – a maioria com pós-graduação e, segundo Maria Elisa, muitos com mestrado e doutorado.

O ensino no São Bento é tradicional e religioso. E só aceita meninos.

E as meninas? Estão presentes só nas atividades extra-escolares. "Elas podem entrar nas festas juninas ou em eventos, como festivais de música", afirma a supervisora. Há quem condene essa segregação argumentando que tolher o contato entre meninos e meninas na adolescência pode afetar o desenvolvimento do futuro adulto. Maria Elisa discorda. "Eles têm contato com as irmãs, amigas das irmãs, em festas... Se não têm no ensino médio, terão na universidade", afirma. Não se pode provar que a presença feminina atrapalha os garotos, qualquer teoria seria especulação. E também não se pode provar o contrário. Que o diga os resultados acadêmicos alcançados pelos meninos do São Bento.

Os alunos assinam embaixo: "É uma relação diferente, com mais liberdade e camaradagem, aqui tem um clima meio de confraria que eu não vejo em outras escolas", diz o estudante de Engenharia do Petróleo na Universidade Federal do Rio de Janeiro Elísio Fernandes, de 18 anos. Ele foi um dos alunos que fizeram o Enem de 2008.

Aqueles que se formam, aqui, estão preparados para encarar os problemas da vida, não só o vestibular. Saem homens daqui quando entram meninos. (...) Se me debulho em lágrimas quando percebo o fim da minha história escolar no Colégio. (...) O brasão do Colégio estará marcado para sempre no meu coração. Fala o estudante de Engenharia Mecânica na UFRJ Pedro Mobilio, de 17 anos.


E N E M
1º PASSO - ENTRAR!
ALGUNS ALUNOS DE 2008
TEM QUE SER GUERREIRO!
RELIGIOSO

Passar pelo Colégio de São Bento é uma batalha...
Por isso somos sobreviventes.

RADIOGRAFIA DO COLÉGIO

Alunos: 1063 alunos;
Ensino Fudamental: 768 alunos;
Ensino Médio: 295 alunos;
A mensalidade: de R$ x.xxx,xx que paga um aluno no 3º ano;
Informática: dois laboratórios;
Quadras: duas quadras poliesportivas;
Professores: 140 docentes;
Classes: 39 salas de aulas;
Turmas: trinta alunos por sala;
Vagas: dois alunos por vaga é a concorrência para entrar no ensino médio;
Academia: uma academia de musculação;
Piscina: uma piscina semi-olímpica;
Auditório: dois auditórios;
Cinema: uma sala de cinema;
DVDteca: 2.500 títulos;
Biblioteca: 30.000 volumes;
Restaurante: para alunos e professores.
Ora et Labora


ALGUMAS CRÔNICAS DO PEDRO MOBILIO


O ENGANO

Era uma vez Pedrinho.
Ele é fã dos cantores que tocam Cavaquinho.
Queria ter um cavaquinho para tocar. E resolveu mandar uma carta para a Maracatu Instrumentos Musicais. E cometeu um engano. Em vez de escrever cavaquinho, escreveu cavalinho.
Chegando a carta na Maracatu, o gerente mandou a carta para o Haras Analu. Chegando a carta o haras, rapidamente mandaram um cavalinho para o garoto.
Já na casa de Pedrinho, a família estava almoçando, quando de repente: "Dim,dom!"
Pedrinho disse:É meu cavaquinho!
Ele abriu a porta e era um enorme presente. E perguntou:
Um cavaquinho é tão grande assim?
E foi abrir o presente. Era o cavalinho. Toda a família se assustou: Ohhhh!
Pedrinho falou para o carteiro:
Não! Eu pedi um cavaquinho!
Senhor, na sua carta estava escrito cavalinho - disse o carteiro.
Troque esse cavalo por um cavaquinho por favor. - disse Pedrinho.
Está bem. - falou o carteiro.
Dois dias depois, chegou o cavaquinho com o mesmo carteiro.
Pedrinho ficou feliz com o presente.
Pedrinho ficou mundialmente famoso tocando cavaquinho. Ficou muito rico e comprou um cavalinho.

Autor: Pedro Mobilio de Lima
Idade: 9 anos - Em 2000
Escolaridade: 4a. Fundamental - Rio de Janeiro - RJ

Características Gerais:
Criança já alfabetizada, que cursa atualmente a 4a. série no Colégio de São Bento, no Rio. É extrovertido e muito observador. Gosta de matemática.
Suas diversões prediletas são: Televisão, Jogos de computador e leitura.
Gosta de resolver problemas que envolvam números. Ele também gosta muito de sua professora de Português que se chama Márcia e que o incentiva muito a escrever.
A Família:Os pais são jovens e vivem em harmonia. Tem uma irmã de 5 anos que é uma criança Especial, e ele a adora. Existe um site dedicado a irmã que pode ser visto em: www.westmariana.com


UMA CAMINHADA INESQUECÍVEL

             Num dia de sol forte em São Lourenço - MG, eu e meu pai resolvemos fazer uma caminhada até a cachoeira da Barra em Carmo de Minas, uma cidade vizinha de São Lourenço. Saímos bem cedo, levamos apenas uma garrafa d'água. Até o pé da serra, levamos quinze minutos. Foi aí que pegamos uma estrada de barro estreita e de subida forte, cortando plantações de café. Era um calor tão grande que tivemos que ficar de sunga e de tênis.
             Chegamos ao topo da serra depois de uma hora de caminhada e a vista compensava todo o esforço.
             Logo no começo da descida, vimos dois homens a cavalo. Um dos cavalos avançou para cima de nós, meu pai me puxou e o cavalo tirou um fino de mim. O moço pediu desculpas e seguimos nosso caminho. Em seguida, vimos uma casa velha igual a um celeiro. Aproximamo-nos e ouvimos um barulho bem forte de um motor. Entramos na casa que parecia mal assombrada, cheia de teia de aranha e muita poeira e um barulho cada vez maior. Foi aí que encontramos um senhor bem idoso e muito sujo. Ele foi gentil, pois nos deu uma explicação do que ele fazia e para que servia a tal máquina barulhenta. Ele explicou que a máquina descascava e separava os grãos de café e ele ensacava. Também explicou que as cascas que eram para jogar fora, serviam como adubo. Agradecemos o senhor e seguimos em frente.
             Minutos depois, vimos uma cerca eletrificada que impedia os gados de fugirem da fazenda. Passamos por uma ponte de madeira bem estreita. Logo depois vimos muitos bois. E vimos um menino próximo de uma casa bem simples. Pedimos água ao menino, em troca, demos uma manga que havíamos achado no caminho. Agradecemos e seguimos nosso rumo.
             Quando já estávamos desistindo, pois estávamos cansados, vimos a cachoeira ao longe. Apressamos o passo e ao chegarmos, tomamos um gostoso banho. Descansamos um pouco, atravessamos a cachoeira, subimos um barranco e saímos numa estrada. Não aguentávamos mais andar, quando ouvimos um barulho de caminhão. Pedimos carona e fomos na carroceria, passamos por várias fazendas. Após uns quinze minutos, chegamos à rodovia, descemos do caminhão e pegamos um ônibus até São Lourenço.
             Este dia será inesquecível para mim, pois fiz um passeio bem radical, por mais de quatro horas, com meu pai.

Pedro Mobilio de Lima
(25 fevereiro 2002 - Pedro com dez anos)


O MEU MELHOR PRESENTE

             Quando tinha cinco anos, estava no C A (antes da 1ª série) e era filho único. Não lembro muito o que aconteceu, mas lembro que viajava muito e curtia muitas aventuras. Lembro disso pelas fotos.
             Naquele tempo, não me ligava muito com os dias, sempre viajando e conhecendo novas coisas. Viajava mais do que ficava em casa.
             Comecei a perceber que minha mãe foi engordando e não estávamos viajando com tanta freqüência. Não entendi o fato de ela estar engordando.
             Ela não fazia tanta coisa como antes. Só o meu pai fazia a comida.
             Ela repousava toda a tarde.
             Um dia, quando acordei, vi minha avó na minha casa, sozinha. Perguntei:
                          - Cadê o meu pai e a minha mãe?
                          - Então no hospital. - minha avó me disse
                          - O que houve? - perguntei
                          - Você vai ter uma irmã. - ela falou
                          - Que legal!!
             No dia seguinte, minha mãe chega em casa com minha irmã: Mariana.
             Enquanto eles faziam comida, eu a olhava.
             Qualquer movimento dela, eu ia para os meus pais e lhes falava do movimento feito por minha irmã.
             Foi o melhor presente da minha vida.
             Hoje, Mariana tem Síndrome de West, não anda, não fala, não sorri.
             O melhor presente que quero hoje é sua cura. visite e divulgue o site dela para ajudar a outros pais.

www.westmariana.com
Pedro Mobilio de Lima
(03 novembro 2002 - Pedro com onze anos)


EDUCAÇÃO NO PAÍS

             Hoje em dia, é muito difícil um país crescer sem educação porque ele não vai para frente e assim várias pessoas não conseguem um bom emprego e não conseguem criar seus filhos.
             Poucas pessoas brasileiras concluem o ensino médio. Algumas precisam sustentar a família que passa necessidade, outras precisam trabalhar nas lavouras. Vemos nos jornais os problemas da educação no Brasil.
             No Rio de Janeiro, várias entidades colocam as crianças fora do caminho das drogas, deixando-as para fazer esportes, estudar, para no futuro, conseguirem se sustentar, e ter um bom emprego. Com o dinheiro que os fiscais do Rio desviaram para Suíça, em ternos de educação, daria para organizar, vários projetos educacionais no País.
             Vamos ver o que o Lula fará para melhorar a educação no país, já que temos como Ministro nessa área o grande Cristóvão Buarque.

Pedro Mobilio de Lima
(22 junho 2003 - Pedro com doze anos)


MAIS QUE UMA VIDA, UMA HISTÓRIA

             Num dia comum, porém especial, do ano de 1858, inaugurou-se no morro de São Bento, próximo ao antigo morro do Castelo, o Colégio de São Bento. Ainda com o Brasil monárquico, a paisagem do mosteiro se contrastava com as baixas construções do centro da cidade. Próximo ao mosteiro e de tamanha importância, merece um grande respeito porque enquanto o país passava por transformações, aconteceram no colégio poucas mudanças e ainda assim permaneceu com um ensino de excelência.
            Os assuntos mais comentados quando se fala da escola são a ausência de alunas e o sucesso acadêmico. Porém, esquecem-se de tratar de algo fundamental: sua história.
            Uma vida de 150 anos. Não se imagina quanta coisa os sinos do mosteiro viram desde a fundação do colégio, como a chegada da República, Revoltas da Armada, da vacina, a revitalização da Avenida Rio Branco (Avenida Central), sempre sem alterar sua tradição. Viram também a subida, a queda e o suicídio de Vargas. Passou pelo período ditatorial, pela ameaça comunista da Guerra Fria, as Diretas Já. Provavelmente viu os alunos do colégio e outros jovens pintarem o rosto no Impeachment do então Presidente Fernando Collor. Seis constituições foram elaboradas durante sua existência. O país mudou, o mundo mudou. Porém, em linhas gerais, o colégio continua o mesmo.
            Não se pode falar do São Bento sem esquecer uma figura tão ilustre como Dom Lourenço. Com quarenta anos de comando no colégio, conseguiu manter a excelência de ensino sem alterar os pilares das bases educacionais beneditinas. Com seu jeito calmo de ser, cumprimentava os alunos nas suas passagens constantes pelos corredores de chão cinza e paredes brancas da escola. Infelizmente, sua aposentadoria entristeceu a muitos e a história no seu coração continua viva, com 97 anos de idade. Sesquicentenário do colégio e centenário de Dom Lourenço. Todas as homenagens para eles.
             Aqueles que se formam, aqui, estão preparados para encarar os problemas da vida, não só o vestibular. Saem homens daqui quando entram meninos. Nunca esquecerei das aulas do sábado, da cerimônia da calça curta, do teatro da primeira série... Se me debulho em lágrimas quando percebo o fim da minha história escolar no colégio, é pelo fato de, como o ferro quente marca no gado o nome do dono, o brasão do colégio estará marcado para sempre no meu coração.

Pedro Mobilio de Lima
(02 junho 2008 - Pedro com dezessete anos)


SEJA QUAL FOR O CAMINHO

“Seja qual for o caminho que optarmos seguir, haverá altos e baixos. E isso é tudo. Se fizermos uma auditoria em nossas vidas, em algum momento questionaremos: ‘e se eu tivesse feito diferente?’. O diferente teria sido melhor ou teria sido pior. Então o jeito é curtir nossas escolhas e abandoná-las quando for preciso, mexer e remexer na nossa trajetória, alegrar-se e sofrer, acreditar e descrer, que lá adiante tudo se justificará, tudo dará certo. Algumas vidas até podem ser tristes, outras são desperdiçadas, mas, num sentido mais absoluto, não existe vida errada”.
29 de abril de 2010.


UM TEXTO

A intenção era escrever um texto interessante, um texto que falasse de como eu estou me sentindo, dos meus amigos, da minha família. Um texto curto, mas que tentasse me representar. Um texto que me faça lembrar cada momento maravilhoso que passei, de cada demonstração de carinho que recebi, de cada paisagem bonita que vi, de cada música boa que escutei, de cada amigo, de cada novo amigo, de cada risada, de cada aventura. Poderia descrever minhas vitórias e meus fracassos também, poderia dizer quem eu quero ao meu lado, poderia agradecer a minha família e aos meus amigos por tudo. Foi aí que eu percebi que meu texto estava pronto.
26 de junho de 2010.



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