MEDICAMENTOS
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propósito informativo e não tem a intenção de substituir uma orientação
médica. As informações contidas aqui são fornecidas sem garantias de
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devem ser confirmadas em outras fontes e tomadas como corretas apenas
quando o médico ou outro especialista estiver certo sobre a forma de
utilização, dosagem e indicação do medicamento.
TRATAMENTO DE EPILEPSIAS
É feito através de medicamentos que evitam as descargas elétricas cerebrais
anormais, que são a origem das crises epiléticas. ALGUNS EFEITOS ADVERSOS DAS DROGAS EPILÉTICAS.
Você
deve lembrar que os medicamentos
para as crises não têm efeito imediato. Portanto, não adianta usar o medicamento
só por ocasião das crises ou sem acompanhamento
médico.
O tratamento costuma ser longo e implica em
muita força de vontade do paciente, a fim de se chegar ao controle das
crises.
Os medicamentos normalmente necessitam ser
ingeridos a cada 8, 12 ou 24 horas, dependendo da medicação prescrita. Tomar os medicamentos na quantidade e na hora indicada pelo médico é um dos passos
importantes para obter sucesso no tratamento
A
consulta periódica ao médico permite que a quantidade de medicamentos seja
ajustada à necessidade individual, além de possibilitar a identificação de
fatores que possam estar contribuindo para o aumento das crises (fatores
desencadeantes) e, também, para a verificação dos efeitos colaterais que às
vezes aparecem com o uso dos medicamentos. Esses efeitos não costumam interferir nas atividades diárias, mas, caso isso ocorra, é necessário a orientação
médica.
É importante lembrar que a falta
de controle das crises epiléticas pode ocorrer porque as pessoas esquecem de
tomar os medicamentos, ou suspendem o remédio abruptamente sem orientação
médica, ou outras vezes podem estar fazendo a "experiência" de parar o
medicamento imaginando-se já curadas. Essas condutas geralmentes levam ao
fracasso do tratamento. Por fim, colocamos aqui algumas regras importantes para o sucesso do tratamento:
DROGAS EPILÉTICAS PARA O TRATAMENTO DA SÍNDROME DE WEST
E SEUS EFEITOS ADVERSOS.
VIGABATRINA
SABRIL®
A Vigabatrina é
eficaz para crises parciais simples e complexas em adultos e crianças, com ou
sem generalização secundária 49%. Seu efeito é, entretanto, maior nas crises
parciais do que na generalização secundária. Sua eficácia para estes tipos de
epilepsia foi demonstra tanto como droga adicional 49% como em monoterapia 50%, 51% em adultos e crianças em estudos com longo seguimento 52%. Na maior parte dos ensaios, Vigabatrina foi comparada a placebo 53% ou à Carbamazepina. Em alguns ensaios, a Vigabatrina foi
melhor tolerada em virtude da sedação causada pela Carbamazepina.
O controle das crises por ambas as drogas não apresentou diferenças
significativas na maior parte dos trabalhos.
Em um ensaio clínico, o número de pacientes livres de crise foi de 58% para
Carbamazepina contra 38% para Vigabatrina 51%. As evidências de eficácia favorecem a Carbamazepina, não podendo a Vigabatrina, portanto, ser indicada como droga de primeira linha em monoterapia. Estudos com monoterapia em crianças também demonstram que a eficácia da Vigabatrina e Carbamazepina é similar ou favorece a Carbamazepina 54%. Em um estudo randomizado duplo cego
55%, Vigabatrina foi comparada à Gabapentina como
droga adicional para controle de epilepsia parcial refratária: a diferença de
pacientes livres de crises foi inexpressiva e três pacientes tratados com
Vigabatrina tiveram perturbações de campos visuais.
A Vigabatrina é eficaz para
tratamento da Síndrome de West (espasmos infantis), tanto idiopática como
criptogênica (etiológias não diagnosticadas ou facilmente reconhecidas),
associado à esclerose tuberosa. Nesta situação, chegou a ser considerada como
primeira escolha 56%, 57% entretanto, devido a estudos posteriores terem
demonstrado uma relação com retração dos campos visuais, passou a ser uma opção
terapêutica, e não mais primeira linha. Foi indicada, também, como droga
adicional de primeira escolha após recidiva (reincidência) em pacientes tratados
com ACTH 58%.
Reações adversas: Hematológicos: diminuição das células vermelhas do
sangue; Gastrointestinais: constipação, secura na boca, náuseas, vômitos, dor de
estômago; Sistema Nervoso Central: tontura, dor de cabeça, depressão, confusão,
nervosismo, dificuldade de concentração, sonolência, cansaço; Diversos: ganho de
peso, crescimento da gengivas, visão dupla, reações alérgicas de
pele.
LAMOTRIGINA
LAMICTAL®
Indicações Terapêuticas:
Adultos e crianças a partir de doze anos: Lamictal® é uma
droga antiepilética indicada como adjuvante ou em monoterapia para o
tratamento de crises convulsivas parciais e crises generalizadas, incluindo
crises tônico-crônicas. Não se recomenda o tratamento inicial em esquema de
monoterapia, em paciente pediátricos com diagnóstico recente. Após o
controle epilético ter sido alcançado, durante terapia combinada, drogas
antiepiléticas (DAEs) concomitantes geralmente podem ser retiradas,
substituindo-as pela monoterapia com o Lamictal® .
Reações adversas:
Distúbios da pele e tecidos subcutâneos. Existem relatos de reações adversas dermatológicas
que geralmente têm ocorri nas primeiras oitos semanas após o início do tratamento.
Precauções: A administração
de Lamictal® não deve ser administrado a pacientes que estejam
sendo tratados com outra formulações contendo lamotrigina sem recomendação
médica. É contra-indicado em indivíduos com conhecida hipersensibilidade à lamotrigina ou
a qualquer outro componente da formulação.
Vide Bula: Para informações ao paciente, indicações,
contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
ÁCIDO VALPRÓICO
DEPAKENE® -
(ABBOTT) /
VALPAKINE® - (SANOFI)
Reações adversas:
Hepatotoxicidade grave ou fatal (risco maior em crianças que recebem outros
anticonvulsivos simultaneamente), alterações intestinais, diarréia, tremores,
náuseas, vômitos, erupções cutâneas, hemorragias ou hematomas por
trombocitopenia ou inibição da agregação plaquetária,
sonolência.
Precauções: A administração
de Ácido Valpróico requer cuidados, especialmente nas crianças
(maior risco de desenvolver hepatotoxicidade grave), na presença de discrasias
sangüíneas, doença cerebral orgânica, doença hepática e disfunção renal. Deve
ser empregado com cautela nos casos que requerem qualquer tipo de cirurgia,
tratamento dental ou de emergência, devido ao possível prolongamento do tempo de
sangria.
Vide Bula: Para informações ao
paciente, indicações, contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
NITRAZEPAM
NITRAZEPOL®
O nitrazepam é um
derivado benzodiazepínico capaz de induzir um sono semelhante ao fisiológico,
que dura de 6 a 8 horas. O despertar é suave, diferindo do sono produzido pelos
barbitúricos e por outros hipnóticos. O nitrazepam é completamente
absorvido após administração oral. Liga-se fortemente às proteínas plasmáticas.
É metabolizado no fígado principalmente por nitro-redução e acetilação. Sua
principal via de eliminação é a urinária. Atravessa a barreira placentária e
pode ser detectado no leite materno.
Reações adversas:
boca seca, descoordenação motora, esquecimentos, dor de cabeça, zumbidos.
Vide Bula: Para informações ao paciente,
indicações, contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
SONEBOM®
O Sonebom é um hipnótico (medicação usada para induzir ao sono) do grupo dos benzodiazepínicos.
Principais efeitos
Como todo benzodiazepínico possui o efeito de sedação, o motivo pelo qual se usa e classifica o Sonebom como um hipnótico é seu tempo de ação. Os hipnóticos devem possuir as seguintes características: rápido início de ação para que o usuário durma logo depois de tomá-lo, e rápido tempo de elimição para que o usuário não fique sonolente depois da hora de acordar.
Como é usado:
O uso da medicação para ajudar a dormir é o modo mais fácil de regularizar o sono basta tomar um comprimido antes de dormir. Muitas vezes é necessário mudar alguns hábitos como não dormir durante o dia, não tomar mais do que 5 xícaras de café por dia e nenhum café depois das 16:00h, evitar atividades físicas antes de dormir bem como filmes excitantes. As medicações com possível efeito estimulante devem ser tomadas o mais cedo possível.
Antes que tudo isso seja feito é necessário verificar as causas da insônia. É comum um paciente ter como principal queixa a insônia, mas na verdade estar deprimido por exemplo. Nesses casos um remédio para dormir não vai resolver, tem que ser feito o tratamento para a depressão, na medida em que os sintomas depressivos cedem (e a insônia é um deles) o sono se regulariza.
Considerações:
Caso dois comprimidos não estejam fazendo efeito significa que está na hora de mudar de medicação.
As substâncias que deprimem o cérebro como anti-histamínicos, álcool, barbitúricos potencializam o efeito do Sonebom. Sob nenhuma circunstância o Sonebom pode ser usado durante o primeiro trimestre de gestação. Pessoas e crianças que apresentem parada respiratória temporária durante a noite não podem tomar essa medicação.
Reações adversas:Algumas pessoas apresentam alteração do paladar enquanto tomam essa medicação. Outros efeitos colaterais que podem perturbar são: boca seca, descoordenação motora, esquecimentos, dor de cabeça, zumbidos.
Vide Bula: Para informações ao paciente, indicações,
contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
VITAMINAS
PIRIDOXINA
(VITAMINA B6 )
A deficiência grave de
vitamina B6 provoca diversos sintomas: dermatite seborreica,
anemia hipocrômica, várias formas de neurite periférica e convulsões de origem
cerebral com alterações do EEG.
Durante a
gravidez e o período de lactação, quando se tomam preparados anticoncepcionais e
quando se recebe uma terapeutica com antagonistas da vitamina B6
(isoniazida, penicilamina), verifica-se um aumento das necessidades deste tipo
de vitamina.
Para tratamento dos sintomas
gerados por uma deficiência de vitamina B6 e do aumento das
necessidades, costuma ser suficiente a administração diária de 20-450 mg de
vitamina B6 por via oral.
Vide Bula: Para informações ao paciente, indicações,
contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
BIOTINA
(VITAMINA B8 )
A biotina desempenha
um papel fundamental na manutenção da integridade da pele. Na medida em que
se tratam de formas localizadas ou generalizadas, como as dermatites
seborreicas e, em espceial, a dermatite seborreica do lactante, constituem
a indicação habitual da biotina. Atualmente, tende-se cada vez mais a propor
o emprego da biotina no adulto para o tratamento da acne e de todas as
alopecias, com ou sem seborreia. Obtiveram-se resultados particularmente
interessantes com a associaação da biotina ao ácido pantoténico por via
sistémica.
Vide Bula: Para informações ao paciente, indicações,
contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
TIAMINA
(VITAMINA B1 )
Importante para o bom
funcionamento do sistema nervoso dos músculos e do coração. auxilia as
células na produção de combustível para que o corpo possa viver. Melhora a
atitude mental e o raciocínio. Sua falta provoca: insônia, nervosismo,
irritação, fadiga, depressão, perda de apetite e energia, dores no abdômem e
no peito, sensação de agulhadas e queimação nos pés, perda do tato e da
memória, problemas de cocentração. Inimigos da vitamina B1:
álcool, café e cigarro, antiácido, barbitúricos, diurético, excesso de doces
e açúcar.
Vide Bula: Para informações ao paciente, indicações,
contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
ÁCIDO ASCÓRBICO
(VITAMINA C )
A vitamina C tornou-se em
virtudo do seu papel como antioxidante, com potencial de oferecer proteção
contra algumas doenças e contra os aspectos degeneratividade do envelhecimento.
Mas nem tudo são boas notícias. O excesso de vitamina C pode causar
efeitos colaterais, como náuseas e diarréia.
Vide Bula: Para informações ao paciente, indicações,
contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
L - CARNITINA
A carnitina é um
complexo proteico presente em todas as mitocôndrias do corpo. É armazenada
nos músculos esqueléticos onde ela é necessária para transformar os ácidos
graxos em energia para atividades musculares. A principal fonte de
carnitina é a alimentação, sendo mais abundantes em alimentos
de origem animal, tais como carne e produtos derivados do leite.
Vide Bula: Para informações ao paciente, indicações,
contra-indicações e precauções. Sempre com o conhecimento do seu médico.
| Trileptal, Auram (Oxicarbazepina) | sonolência, tonturas. |
| Gardenal (Fenobarbital) | sonolência. |
| Depakene, Valpakine (Valproto) | náuseas, vômitos, aumento de peso. |
| Tegretol (Carbamazepina) | tonturas, sonolência, mal-estar gástrico. |
| Lamictal (Lamotrigina) | tonturas, problemas de pele. |
| Sabril (Vigabatrina) | agitação, irritabilidade. |
| Topomax (Topiranomato) | sonolência, adormecimento das extremidades. |
| Frisium, Rivotril (Benzodiazepinas) | sonolência, aumento da secreção brônquica. |
| Frisium, Rivotril (Benzodiazepinas) | sonolência, aumento da secreção brônquica. |
| Hidantal (Fenitoína) | aumento das gengivas, crescimento de pelos. |
TRATAMENTO COM A ADRENOCORTICOTROFINA - ACTH .
Os espasmos infantis são
geralmente resistentes às drogas antiepilépticas, mas há relatos de controle em
casos criptogênicos (etiologias que não são diagnosticadas ou
facilmente reconhecidas) quando o tratamento tem início precoce (antes de 4
semanas do início dos espasmos), e é feito com adrenocorticotrofina
(ACTH). Nos casos sintomáticos (revela a natureza de uma
moléstia), ou nos que não responderam ao uso do ACTH, o tratamento
instituído é o mesmo utilizado para as demais formas de epilepsias
graves.
O valproato é uma opção
de tratamento. Os benzodiazepínicos também podem ter ação eficaz
nas epilepsias graves. O nitrazepam é o mais indicado na Síndrome
de West, podendo-se utilizar também o clonazepam. O
clobazam é usado geralmente como coadjuvante na terapêutica
medicamentosa. Efeitos colaterais são freqüetemente registrados com o uso de
benzodiazepínicos, incluindo-se sonolência e ataxia. Porém, o
efeito mais limitante é a hipersecreção brônquica, ocasionando infecções
pulmonares de repetição.
O tratamento da
Síndrome de West é classicamente realizado com ACTH ou
prednisona. Novas drogas antiepilépticas, tais como
vigabatrina, topiramato, e zonisamida
também têm sido relatadas como eficazes no controle das crises. Terapêuticas
altemativas, como vitamina B6 em altas doses e tirotrofina
(TRH), também parecem ser efetivas em alguns casos. O tratamento
cirúrgico é reservado para casos selecionados.
A literatura demonstra a existência de diferenças mercantes em muito dos
aspectos do tratamento da ´Síndrome de West. A prinicipal delas é o uso de
ACTH, natural ou sintético, em alta ou baixa dosagem, versus
prednisona. Nos Estados Unidos, onde a preferência é o ACTH
natural, estudos relatam controle de crises em 85% a 90% dos pacientes.
Os cuidados recomendados incluem monitorização da pressão arterial duas vezes na
semana, coleta de glicosúria em todas as amostras laboratoriais, coleta de
eletrólitos e glicemia no início e no final do tratamento. No Japão, utiliza-se
o ACTH sintético em baixa dosagem. Os resultados evidenciam até
76% de remissão das crises .
Existem estudos
que comparam a utilização de ACTH com a utilização de
prednisona (2mg/kg/dia). Baram et al. demonstraram a superioridade
do uso de ACTH em relação à prednisona, obtendo
melhora clínica e eletroencefalográfica com duas semanas de tratamento
comparativo. Hrachovy et al., em contrapartida, demonstraram similaridade no
controle clínico e eletroencefalográfico da síndrome de West em estudo que
comparou a utilização de ACTH e prednisona
(2mg/kg/dia).
A vigabatrina é
muito eficaz em pacientes com Síndrome de West secundária à esclerose tuberosa,
possibilitando controle de 95% das crises em 4-7 dias. É a droga de escolha
nesta situação clínica. Possui a maioria dos efeitos colaterais transitórios e
bem tolerados, excetuando-se o risco irreversível de perda do campo-visual em
até 40% a 50% dos casos. Para maior segurança, sugere-se a utilização em doses
baixas, e por período inferior a 2 a 3 meses. O topiramato, na
dose de 2 a 24 mg/kg/dia, resulta em até 75% de redução das crises, e parece ser
um fármaco promissor no tratamento desta entidade clínica. A
zonisamida, um novo fármaco antiepiléptico, tem sido utilizada,
principalmente no Japão, para tratamento da síndrome de West na dosagem de 4 a 8
mg/kg/dia, com bom controle das crises em 20% a 38% dos casos. Pode ser
utilizada em monoterapia ou como droga de adição, sendo indicada especialmente
nos casos criptogênicos e de início recente.
A
vitamina B6, em altas doses também é proposta como monoterapia
inicial para síndrome de West. O fosfato de piridoxina pode ser
utilizado na dose de 30 a 400 mg/dia, e o hidrocloreto de
piridoxina, na dose de 200 a 400 mg/dia, com controle de crises em 10% a
30% dos casos. Sintomas gastrointestinais reversíveis com a suspensão da
medicação ocorrem em 40% a 70% dos casos. O hormônio liberador de
tireotrofina (TRH) apresenta ação antiepilética baseada no
mecanismo do ácido kinurênico, que exerce ação antagonista aos receptores
N-methyl-D-aspartato, e tem sido utilizado no Japão em casos de Síndrome de
West. Mais recentemente, em casos selecionados, vem sendo proposto modalidades
de tratamento cirúrgico para Síndrome de West. Este tratamento é indicado em
casos específicos, onde existem lesões corticais focais identificadas
previamente pela ressonância nuclear magnética, confirmadas pelo tomografia
computadorizada com emissão de pósitrons (PET), e sendo necessária a presença de
lateralização concordante pelo vídeo-EEG.
Perspectivas futuras na abordagem do paciente com Síndrome de West devem
contemplar a melhora cognitiva, além dos controles das crises.
Uso de ACTH e prednisona na Síndrome de West.
| MODALIDADE DE TRATAMENTO DO ACTH (SOMENTE COM ORIENTAÇÃO MÉDICA) | |||
| ACTH (Estados Unidos) | ACTH (Japão) | PREDNISONA | |
| MEDICAÇÃO UTILIZADA | ACTH natural | ACTH sintético | Prednisona |
| DOSE INICIAL | 75 U/m2 IM,
2x/dia, por 2 semanas | 1 ano: 20 U IM
1x/dia por 2 semanas 1 ano: 10 U IM 1x/dia por 2 semanas |
2 mg/kg/dia, em dose única diária, por 2 semanas |
| RETIRADA GRADUAL | 3 dias: 30 U/m2 IM
pela manhã 3 dias: 15 U/m2 IM pela manhã 3 dias: 10 U/m2 IM pela manhã 6 dias: 10 U/m2 IM em manhãs alternadas |
2 semanas: dose
inicial em dias alternados 2 semanas: dose inicial duas vezes na semana 2 semanas: dose inicial uma vez na semana |
2 semanas: 1
mg/kg/dia em dose única diária 1 semana: 1 mg/kg/dia dose única em dias alternados |
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.